Horas de desespero,
marcadas pelo sofrimento.
De cada utente impaciente,
Que torna o doente cada vez mais doente.
Horas marcadas,
Pelos longos espaços temporais.
Traçados e delimitados,
por outros casos que tais.
Horas que para nós,
são praticamente naturais.
Quer em caixas de banco,
Ou em bancas dos hospitais.
Horas de pesadelo,
amestradas pelo tempo.
Horas que se dispensam,
arrastadas pelo vento...
Perante o silêncio abundante,
Solta-se um único sorriso.
Mas é cortado naquele instante,
No momento exacto e preciso.
É um delírio total,
um barulho sem ruído.
Que a fora nos invoca,
para o momento atrevido.
Durante uma grande calma,
Olham-nos de olhar incisivo.
Hà quem rogue pela com a alma,
pois rogar é bem preciso.
Perante a inexperiência,
que cada um de nós tome.
Eis que vai alguém e grita,
pelo teu esbelto nome.
Ruben Saraiva

poderia interpretar isto de varias maneiras...
ResponderEliminare é esse o objectivo Gabriel :O)
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